vejo e choro a emoção colorida dessa química.
vejo e penso nos movimentos infinitos das marés.
vejo o toque de cada ser bioluminescente do mundo abisal.
vejo o cheiro da brisa que já foi um furacão
e agora tange meus sentidos calmamente.
e agora tange meus sentidos calmamente.
vejo que nada está sozinho,
que o sozinho é apenas o nada que está sempre pronto para tudo,
o vácuo que permite a vida,
que o sozinho é apenas o nada que está sempre pronto para tudo,
o vácuo que permite a vida,
a vida que permite a existência de mais um
e de mais todos os infinitos "nadas".
Alexandre Soma.
Alexandre Soma.



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